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Março Lilás chama a atenção para o câncer do colo do útero

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    contato811642
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

A campanha de conscientização Março Lilás foi criada pelo Ministério da Saúde como forma de alertar sobre o câncer do colo do útero, chamado também de cervical, e a importância dos exames de rastreamento, métodos de prevenção e o diagnóstico precoce. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimam, para o triênio 2026- 2028, uma média de 17 mil novos casos da doença por ano, sendo o terceiro mais incidente em mulheres no Brasil e que é considerado evitável.


A maioria dos casos de câncer do colo do útero estão relacionados à infecção por HPV (Papilomavírus humano), principalmente os tipos HPV-16 e o HPV-18, vírus transmitido com contato com pele e/ou mucosa, principalmente durante a relação sexual.


Como forma de prevenção da infecção, o rádio-oncologista Daniel Neves, do Oncoville, clínica de radioterapia, aponta “a vacinação contra o HPV como uma grande aliada na prevenção do câncer uterino”, lembrando também da importância de estar em dia com o exame preventivo de Papanicolau como forma de identificar, o mais precocemente, possíveis lesões que causam o câncer de colo do útero.


Os tipos mais comuns de câncer do colo do útero são o carcinoma de células escamosas, também chamado de carcinoma epidermoide, que é responsável por cerca de 80% dos casos, o adenocarcinoma, que é menos frequente e tem origem nas células glandulares da parte interna do colo, e o carcinoma adenoescamoso, que é uma combinação dos dois tipos citados anteriormente.


O que é braquiterapia


O tratamento desse tipo de câncer vai depender do estágio da doença, do tipo do tumor e das condições gerais de saúde da paciente, por isso é fundamental o acompanhamento médico. “Como opções terapêuticas, temos a cirurgia, radioterapia externa, braquiterapia, quimioterapia e imunoterapia. Estas modalidades de tratamento são avaliadas caso a caso visando à realização de tratamento oncológico baseado nas melhores evidências científicas atuais para cada paciente”, aponta o rádio-oncologista Daniel Neves, do Oncoville.


Uma técnica importante para o melhor tratamento de pacientes com tumor localmente avançado, é a braquiterapia, a qual administra alta dose na região de risco. Na braquiterapia ginecológica 3D, o planejamento é feito baseado em tomografia, o que permite a avaliação de dose tanto na região tumoral, quanto nos órgãos normais próximos, potencialmente otimizando resultados e reduzindo risco de efeitos colaterais.



 
 
 

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