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Radioterapia ganha protagonismo no tratamento do câncer de pele em meio ao avanço da doença no Brasil

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    contato811642
  • 20 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

O câncer de pele segue em crescimento no Brasil, especialmente com a chegada do verão e o aumento da exposição solar. É o tipo de câncer mais frequente no país e no mundo. Entre 2023 e 2025, o INCA estima cerca de 8.980 novos casos de melanoma por ano, reforçando a urgência do diagnóstico precoce e de tratamentos eficazes.


Os tumores se dividem em dois grandes grupos: não melanoma (como carcinoma basocelular e espinocelular), mais comuns; e melanoma, menos frequente, porém mais agressivo. A radiação ultravioleta (UV) é a principal causa, e trabalhadores expostos ao sol, como agricultores e pescadores, estão entre os mais vulneráveis. Pessoas de pele clara, cabelos loiros ou ruivos e olhos claros também têm maior risco devido à menor proteção natural da melanina.


Radioterapia: alternativa eficaz e decisiva em muitos casos


Embora a cirurgia continue sendo o tratamento mais utilizado, a radioterapia tem se consolidado como uma estratégia essencial em situações específicas, e muitas vezes decisivas, no controle do câncer de pele.


Segundo a rádio-oncologista do Oncoville, Luana Guerreiro, a radioterapia é especialmente indicada quando o tumor está em áreas de difícil abordagem cirúrgica, como nariz, orelha, pálpebras e couro cabeludo; se o paciente não pode ser operado devido a condições clínicas; quando há necessidade de tratamento complementar após a cirurgia para reduzir o risco de recidiva; nos casos avançados, quando é preciso controlar dor, sangramento e promover maior conforto ao paciente.


“A radioterapia utiliza feixes altamente direcionados para destruir as células tumorais, preservando ao máximo os tecidos saudáveis. No câncer de pele, trabalhamos com técnicas superficiais, adequadas à profundidade da lesão”, explica.


Prevenção é a maior aliada


A alta incidência da doença – somada aos fatores de risco totalmente evitáveis – mostra que a prevenção continua sendo fundamental. Uso diário de protetor solar, evitar sol forte entre 10h e 16h e observar qualquer pinta, ferida ou mancha que muda de cor, tamanho ou formato são atitudes que salvam vidas.


“A radioterapia desempenha um papel essencial no tratamento do câncer de pele, oferecendo controle, segurança e qualidade de vida”, reforça a especialista do Oncoville.



 
 
 

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